Posto 3M

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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Brasil tem cerca de 5 mil obras paradas


De Norte a Sul do Brasil, milhares de empreendimentos iniciados com o dinheiro público estão parados, sem perspectiva de retomada. Um levantamento feito pelo ‘Estado’ mostra que há, pelo menos, 5 mil obras paralisadas no País inteiro, num total de investimentos de mais de R$ 15 bilhões.
Os projetos estão espalhados por vários setores e incluem restauração e pavimentação de rodovias, expansão de ferrovias, escolas, construção de prédios públicos e saneamento básico.
O trabalho foi elaborado com base em informações dos tribunais de contas dos Estados (TCEs), programas online de acompanhamento de obras e levantamento dos Ministérios de Cidades, Integração Nacional e Transportes a pedido da reportagem. Embora seja alarmante, o resultado pode ser considerado conservador: de todos os TCEs consultados, dez tinham acompanhamento dos projetos (municipais e estaduais), como o tribunal do Paraná, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.
Os prejuízos causados pela paralisação de obras são incalculáveis, afirmam especialistas. Além do transtorno para a população, que não contará com os benefícios dos projetos, a situação representa um grande prejuízo para os cofres públicos, com o inevitável aumento dos custos numa retomada da obra. Outro reflexo está estampado no crescente avanço do desemprego no País.
Importante indutor de emprego e renda, o setor da construção já demitiu mais de 700 mil pessoas com carteira assinada de novembro de 2014 para cá. “A situação piorou muito no último ano. As obras que não pararam estão com ritmo bastante lento”, afirma o presidente da Confederação Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins.
Com o País afundado numa das piores crises da história, falta dinheiro para quase tudo, especialmente para a continuidade dos investimentos. O problema é que a deterioração das contas do governo federal tem um efeito cascata nas finanças de Estados e municípios, que hoje não têm dinheiro nem para pagar os funcionários públicos. Com as contas no vermelho, a medida mais fácil – e mais perversa – é cortar investimentos. “Boa parte das obras dos governos estaduais e municipais é feita com recursos de convênios do governo federal. Eles não têm recursos para tocar os projetos”, afirma Martins.
O enfraquecimento da economia brasileira, no entanto, é apenas um dos motivos da paralisia generalizada de obras Brasil afora. Há questões crônicas como projetos malfeitos, burocracia, entraves ambientais e falta de planejamento. Na pressa para começar a construção, muitas obras começam sem ter um projeto executivo adequado – medida que atrasa os empreendimentos e dá margem à corrupção.
“A falta de planejamento é muito presente nas obras públicas”, afirma o auditor Alfredo Montezuma, do Núcleo de Engenharia do TCE de Pernambuco. Ele afirma que o Estado tem hoje 514 obras paradas, no valor de R$ 3,7 bilhões. Outros 913 projetos, cujos contratos somam R$ 3,08 bilhões, estão em fase de análise e têm indícios de paralisação.
Fonte- www.opetroleo.com.br - ( 03/07/2016) Estamos só repassando essa matéria

sábado, 2 de julho de 2016

Após recuperação judicial, usina é reativada e abre vagas em Naviraí


A antiga usina de açúcar e álcool de Naviraí – cidade localizada a 366 km de Campo Grande -, começa na próxima semana a fazer a contratação das novas equipes que vão trabalhar no local, reativado após pedido de recuperação judicial. Por ora, as vagas são para supervisores e lideres de área.
O anúncio foi feito nesta sexta-feira (1) pelo prefeito de Naviraí, Léo Matos (PSD). A usina é a maior geradora de empregos da região e deve reabrir 1,5 mil postos diretos de trabalho – vários outros indiretos podem ser criados.
Com capacidade para processar 3,4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra, a usina passou para o controle do Fundo de Investimento Carval e passará a se chamar Nova Usina de Naviraí, segundo Léo Matos. O nome anterior era Infinity.
Sofremos muito com o fechamento. Perdemos não apenas em geração de emprego, mas também na arrecadação”, observou o prefeito Léo Matos, completando que a volta da empresa trará alivio aos moradores e encomia local.
Vagas – De acordo com o gerente da Casa do Trabalhador de Naviraí (antigo CIAT), Waldemar Gomes, que participou de uma reunião com representantes da Carval, os currículos para seleção podem ser entregues na sede da unidade, na rua Jardim.
Segundo Gomes, a princípio os novos proprietários da usina estarão contratando supervisores e lideres de área, que montarão suas equipes para realizar a parte de manutenção da indústria. “Assim que ela estiver rodando em definitivo, mais de 1,5 mil pessoas serão contratadas”, explicou o gerente.
Fonte - www.opetroleo.com.br - 02/07/2016) - Estamos só repassando esse matéria

sexta-feira, 1 de julho de 2016

VAGAS PARA REGIÃO DE ANDRADINA SP


Estamos selecionando currículo dos seguintes colaboradores;
ELETRICISTA INDUSTRIAL;
MECÂNICO INDUSTRIAL;
ENCARREGADO DE MECÂNICA INDUSTRIAL
PARA TRABALHAR NA REGIÃO DE ANDRADINA SP
Interessados ligar para o telefone 18 - 991151082 ou deixar recado no comentário do anuncio ou falar com NELSON CACETE  ou encaminhar currículo para o e-mail nelsoncacetep@hotmail.com

Energia solar deve ter mais espaço e novas formas de expansão


O governo brasileiro está estudando formas de impulsionar a geração solar fotovoltaica no país, afirmou o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, nesta quinta-feira (30/6) na abertura do Brasil Solar Power, no Rio de Janeiro. Para o ministro, o segmento de geração solar fotovoltaica é fundamental para a matriz energética brasileira e novas formas de incentivar o setor devem ser perseguidas, para que o segmento não fique dependente apenas dos leilões.
“O Brasil compete com outras oportunidades, não há sol só no Brasil, o sol existe em muitos outros países. Se não criarmos um ambiente mais competitivo, mais favorável, o recurso encontra rentabilidade em outro local e isso é tudo que não queremos nesse momento”, disse o ministro.
Coelho Filho destacou que o governo brasileiro continuará contratando energia por meio de leilões, mas defendeu que seja feita uma reorganização da forma como a contratação está sendo feita.
“Nós teremos sim leilão de energia ainda neste ano, teremos sim participação relevante para a solar fotovoltaica nesses próximos leilões. Mas antes de contratarmos nova energia, há alguns problemas que temos de endereçar como Ministério, e o diagnostico já está quase pronto. Algumas medidas já estão sendo tomadas, sobretudo sobre a sobrecontratação. Não podemos nos dar ao luxo e apostar apenas em uma receita, a receita do leilão”, disse o ministro na abertura do evento.
A expansão da geração solar distribuída – quando a energia é gerada no centro de carga, podendo ser gerada até mesmo pelo próprio consumidor – é uma das possibilidades que se descortinam para a indústria solar no país, disse Coelho Filho. Além disso, o MME estuda formas de viabilizar financiamentos para a geração distribuída, inserido nos estudos do ProGD, lançado pelo Ministério no final do ano passado com parceria da Associação Brasileira da Indústria Solar Fotovoltaica (Absolar). Segundo o ministro, o MME já está dialogando com o Ministério das Cidades para que seja analisada a possibilidade do FGTS como uma das fontes de financiamento desse segmento.
Outra possibilidade de expansão da energia fotovoltaica está no Norte do país, para atender os sistemas isolados, exemplificou Coelho Filho. Segundo o ministro, está em estudo no Ministério formas de expandir o atendimento a essas áreas com a geração solar distribuída.
“Temos o sistema no Norte que gera uma das energias mais caras do mundo. Muito do que passa a Eletrobras é fruto do alto custo e da dificuldade de geração no Norte do Brasil. Estamos endereçando uma grande ação para que além dos leilões possamos ter um outro flanco para animarmos o setor”, disse.
A expansão da geração de energia renovável terá especial atenção MME, defendeu o ministro: “O compromisso com as fontes renováveis não é somente um compromisso da Absolar, mas sim um compromisso da minha geração. Minha geração tem compromisso com as fontes de energia de baixo carbono. Estamos estudando uma política energética que possa sinalizar de forma muito clara, uma política industrial que possa dar isonomia tributária para essa fonte e também incentivarmos a produção da indústria nacional”, afirmou.
Fonte - www.opetroleo.com.br - (01/07/2016) - Estamos só repassando essa matéria

Arco-Norte aumenta em 16% exportações de soja


A participação do Arco-Sul reduziu de 82% para 66% em quatro anos nas exportações da soja mato-grossense, enquanto a do Arco-Norte cresceu de 18% para 34%.
De janeiro a maio, Mato Grosso embarcou somente em soja 10,493 milhões de toneladas apenas em grãos, que resultaram em torno de US$ 3,724 bilhões. Os portos do Arco-Sul seguem com maior participação nos embarques do grão mato-grossense, porém nos últimos anos se tem verificado um crescimento na procura dos portos de Barcarena e Santarém, no Pará, São Luiz (MA) e Manaus (AM).
“É possível que nos próximos anos o Norte aumente ainda mais sua significância conforme o aprimoramento da infraestrutura, ora no transporte, ora na armazenagem, pois esse encurtamento de distância é vantajoso para duas das regiões de maior produção do Estado, que ganham com a redução dos custos com frete e tornam a soja de MT mais competitiva no mercado”, pontua o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) em seu boletim semanal da soja.
Pelo porto de Santos (SP) foram escoados 5,477 milhões de toneladas. Já o porto de Paranaguá (PR), que sempre se manteve em segundo lugar, apenas 471,9 mil toneladas. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligado ao Ministério da Indústria, Comércio e Exterior (MDIC). Conforme os números, por Barcarena (PA) foram escoadas de janeiro a maio 1,009 milhão de toneladas, tornando o porto o segundo maior escoador da soja de Mato Grosso.
Por Santarém (PA), aponta a Secex, foram 962,6 mil toneladas e por Manaus (AM) 952,5 mil toneladas. Já por São Luiz (MA) 654,04 mil toneladas e por Vitória (ES) 550,3 mil toneladas.
FONTE - www.opetroleo.com.br - (01/07/2016) - Estamos só repassando essa matéria

Produtora de açúcar retomará operação de usina em 2017


A Raízen, maior produtora de açúcar do mundo, vai retomar as operações de uma usina de açúcar e etanol parada desde o início de 2015, quando baixos preços do adoçante tornaram a unidade economicamente inviável, afirmou à Reuters um importante fornecedor que participa do projeto.
A Raízen é uma joint venture entre Cosan e a Shell. A companhia não comentou imediatamente a informação.
A usina Bom Retiro fica na região de Piracicaba, interior de São Paulo, um importante centro de processamento de cana para a Raízen, que opera outras quatro usinas na região. Quando parou as operações, a unidade tinha capacidade de moagem de cerca de 1,4 milhão de toneladas por ano.
A Vignis, uma companhia de biotecnologia responsável por novos canaviais para a usina, disse que as operações devem ser retomadas em julho de 2017.
Atualmente, os preços do açúcar bruto em Nova York estão oscilando nos maiores níveis desde 2012, com o mercado se preparando para déficits globais do produto
Fonte - www.opetroleo.com.br - (01/07/2016) - Estamos só repassando essa matéria

Vaga de emprego na Usina


Vaga de emprego na Usina.
A Usina Ipê Nova Independência está com oportunidade para operador e máquina carregadeira.  
O profissional irá realizar operação da máquina carregadeira na movimentação do bagaço, mantendo o fluxo produtivo. 
Para ocupar o cargo é preciso ter o ensino médio, carteira de habilitação categoria D, conhecimento em operação, funcionamento de sistemas e manutenção produtiva de máquinas agrícolas e que resida nas cidades de Dracena, Tupi Paulista, Monte Castelo, Nova Independência ou Andradina. 
A empresa não divulgou o valor da remuneração nem os benefícios. Os interessados devem enviar currículo por meio do portal pedraagroindustrial.com.br/oportunidades.php
Para saber de outras vagas no setor acesse o link VAGAS OFFSHORE. Solicite sua participação no grupoTRABALHO PESADO e fique por dentro das vagas exclusivas.
Fonte - www.opetroleo.com.br - (01/07/2016) - Estamos só repassando essa matéria

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