Posto 3M

Posto 3M

quinta-feira, 22 de maio de 2014

OPORTUNIDADE DE EMPREGOS PARA CIDADE DE TRÊS LAGOAS MS

ESTAMOS SELECIONANDO OS SEGUINTES COLABORADORES,

EMPREGADA DOMESTICA,
TECNICOLOR EM MANUTENÇÃO,
.
OS INTERESSADOS ENTRAR EM CONTATO COM ESSES TELEFONES - 018 - 981640089 - 991151082 997122847 OU EMAIL - nelsoncacetep@hotmail.com e agempregosindependente@yahoo.com.br

Rua Osório Junqueira tem uma quadra interditada hoje.

A Concessionaria Água  de Castilho, esta fazendo uma manutenção na rede de água potável na rua Osório Junqueira, enfrente o posto de combustível, por isso esta acontecendo alguns transtorno no transito dessas mediações, inclusive para aqueles motoristas  que vem abastecer seu veiculo. pedimos um pouco de paciência que esse serviço tem prioridade.

 Foto acima - os funcionários da concessionaria trabalhando na manutenção da rede de água -foto abaixo - os encanadores fazendo o reparo na tubulação de água dentro da vala.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

VEJA MATÉRIA NA INTEGRA SOBRE O GRUPO JBS

JBS solicita à CVM registro de IPO de subsidiária de aves, suínos e processados

Quarta-feira, 21 de Maio de 2014, 09:32:27Agroindústrias
A JBS confirmou as expectativas e solicitou ontem à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o registro da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da subsidiária JBS Foods na BM&Bovespa. A JBS Foods reúne as operações de aves, suínos e alimentos processados da JBS no Brasil. A JBS Foods também é a dona da marca e das fábricas da Seara, comprados da concorrente Marfrig no ano passado.
Conforme o Valor já informou, o IPO da JBS Foods poderá movimentar até R$ 3 bilhões, de acordo com fontes que acompanham o processo. Para conduzir a operação, a JBS contratou um consórcio de bancos que inclui Itaú BBA (coordenador líder), Bradesco BBI, BTG Pactual, Banco do Brasil, J. P. Morgan, Santander, Bank of America Merrill Lynch, Morgan Stanley e HSBC.
No comunicado em que anunciou o pedido de registro do IPO, a JBS informou que novos detalhes serão divulgados "oportunamente". O pedido de registro não significa que a empresa tem pressa em realizar a operação. A ideia da JBS é estar preparada para quando as condições de mercado forem mais favoráveis, o que pode deixar a oferta mais para o fim do ano.
No primeiro trimestre, a JBS Foods registrou uma receita líquida de R$ 2,780 bilhões, o que representou mais de 10% da receita total da JBS no período. Entre janeiro e março, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 379,8 milhões e a margem Ebitda atingiu 13,7%. Foi a maior melhor margem entre as cinco divisões do grupo.
Esse desempenho da JBS Foods indica que a reestruturação da Seara, que enfrentava dificuldades quando estava sob a gestão da Marfrig, tem sido mais rápida do que o inicialmente esperado, afirmou na semana passada o CEO da JBS Foods, Gilberto Tomazoni, em teleconferência com analistas de mercado.
O IPO da JBS Foods é mais um passo na estratégia de expansão da família Batista. Desde o fim do ano passado, a empresa gastou pelo menos R$ 460 milhões em aquisições de empresa de aves e suínos para a JBS Foods, e essa cifra deve aumentar ainda mais.

Na semana passada, o CEO da JBS, Wesley Batista, indicou que a JBS Foods continua "ativa" em busca de aquisições. "Temos condição de expandir nosso negócio de processados. Temos balanço para fazer isso e estamos ativos em olhar as oportunidades", afirmou ele. A JBS Foods já detém 17% dos abates de aves no Brasil.
FONTE - www.suinoculturaindustrial.com.br

VEJA MATÉRIA SOBRE SETOR CANAVIEIRO

"Minha visão é que Dilma não gosta do setor sucroenergético", diz ex-ministro

Terça-feira, 20 de Maio de 2014, 08:56:30BiocombustívelBioenergiaEconomia
Ex-ministro da Agricultura no governo Lula, Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV e presidente do Lide Agronegócios, está pronto para assumir a presidência do conselho deliberativo da Unica e afirma que, se Dilma for presidente de novo, as coisas vão piorar para o setor.
O senhor agora é presidente [do conselho deliberativo] da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica)?
Ainda não.
Mas vai ser? Como está?
Vai ter uma assembleia no dia 20, para eu ser eleito.
A gente vê que o setor sucroenergético está numa crise grande, com produtor com uma safra atrasada, ou seja, com dívida. O que o senhor acha que é possível fazer?
Eu quero falar não como representante da Unica, mas sim da Fundação Getulio Vargas (ele é coordenador do Centro de Agronegócio da FGV/EESP). Como resolver é a coisa mais óbvia do mundo. São três questões centrais: a primeira é praticar no Brasil os preços da gasolina que são praticados no mundo inteiro. Em qualquer país do mundo, quando a gasolina sobe de preço para o comprador, o consumidor paga; quando baixa, paga menos. Aqui não pode, porque tem inflação. Então o que o governo faz: obriga a Petrobras a comprar a gasolina por um preço x e vende por um preço x - delta x. Quebrou a Petrobras, a 12ª do mundo hoje é a 120ª, perdeu muito.
E como fica a Petrobras?
Mas a Petrobras é uma empresa pública, quem paga é o povo. Então, ou é o bolso da inflação, ou é o bolso da Petrobras, a calça é a mesma, então é um negócio que não tem explicação.
Essa situação está no limite?
Assim como o etanol só é competitivo até 70% do preço da gasolina, e como no produto agrícola os custos sobem e a mão de obra, a certa altura, bate na tampa da panela, o mesmo assunto, que é o combustível, é tratado com dois pesos e duas medidas, inviabilizando o processo.
O que é preciso fazer, então, para o etanol voltar a ter espaço novamente?
A primeira coisa é praticar o preço equilibrado da gasolina e do etanol. Outra coisa é resolver a questão tributária, que, por sua vez, tem três capítulos: o primeiro é a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que é uma tributação sobre a gasolina e que deixava o etanol competitivo. Aumentaram o preço da gasolina, mas tiraram a Cide, isso é artificial.
O ICMS também varia de Estado para Estado em relação ao etanol, não é?
A segunda coisa é que cada Estado tem um ICMS sobre o etanol. Em São Paulo é de 12%, em Minas Gerais é de 19%. Então, tem que haver uma regulação, uma harmonização desse processo.
E o terceiro capítulo da questão tributária no setor?
A terceira coisa é o PIS/Cofins, que tem que ser decidido. Então a questão tributária tem três capítulos que têm que ser olhados.
São três assuntos difíceis, porque tudo depende do governo, não é?
Tudo depende do governo. O primeiro é o equilíbrio da gasolina, o segundo é resolver o problema tributário, e o terceiro é um tema mais complicado, mas é o tema do financeiro. O setor está numa merda tão grande, que tem que haver um saneamento financeiro.
Como resolver esse modelo, então?
Tem gente que está inadimplente há um ano, que não paga o fornecedor há um ano, então tem que haver um projeto diferente. O dinheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico), e existe muito dinheiro do BNDES, mas só pega quem não precisa. É um modelo que não funciona. Esse sistema financeiro tem que ser mais aberto.
Seria possível ser mais fácil também o conseguir o financiamento e ser menos burocrático?
Todo mundo comenta que vai tentar financiamento nesses bancos de fomento e não sai.A burocracia do BNDES é tamanha que eles acabam tendo prejuízo. Está concentrando num governo que é social.
Além dessa questão, o que mais o BNDES poderia fazer?
Fora isso, é muito problema. Nunca fizeram carro a álcool, motor a álcool. Tem que haver investimento da indústria automobilística no motor a álcool, tem que ter investimento em tecnologia, e isso custa dinheiro. O BNDES colocou um dinheiro agora que vai ajudar nisso aí, mas é pouco dinheiro, tem que ter muito mais. Tem que decidir quem cuida da logística, quem vai ser o dono do tubulão que vai para Santos.
O setor se sente abandonado pelo governo?
O governo me irrita tanto nisso. Convenci o Lula (Roberto Rodrigues foi ministro da Agricultura no governo Lula) facilmente. O Lula saiu vendendo álcool pelo mundo, eu com ele, com uma série de decisões, o setor explodiu, inclusive com o carro flex que veio. E depois vem alguém do mesmo partido e não quer mais. O que eu dizia para o Lula era o seguinte: energia é a base do mundo contemporâneo, ninguém faz nada sem energia. Você não pode planejar o futuro do planeta sem um fóssil que vai acabar e que é ambientalmente degradável. O negócio da água e da energia... Comida qualquer país produz. Água e energia, não.
E o Brasil tem vantagem?
Água e energia é uma relação de três fatores: terra, planta e sol o ano inteiro. Quem é que tem sol o ano inteiro? Países tropicais. América Latina, África, a Ásia mais pobre. Os países mais pobres do mundo, que são os tropicais, vão produzir a mais importante commodity nesse sentido.Ou seja, o governo fez uma opção pelo combustível fóssil.
Então, a tarefa vai ficar com os países tropicais?
Os países tropicais vão produzir a energia limpa do século XXI, e o Brasil vai liderar tudo isso. Então, eu disse ao Lula: eu não quero exportar álcool, eu quero exportar usina, cana-de-açúcar, agrônomo, engenheiro químico, know-how, que é o que vale dinheiro. Então, o negócio é convencer o mundo a plantar cana-de-açúcar e comprar de nós a informação. O Brasil vai enriquecer, e o Lula comprou esse pensamento. O Brasil vai ser líder mundial na mudança geopolítica, os pobres vão produzir energia. É outra civilização.
E o que foi feito, então, nessa época?
Então, o Lula convenceu Bunge, ADM, Tereos, as petroleiras, BP, Petrobras a entrarem nisso. Porque esse negócio não é do Brasil, édo mundo, vamos replicar isso no mundo, claro. Você acha que a Bunge veio aqui fazer álcool por causa dos carros brasileiros? Não, ela estava aprendendo para replicar no mundo inteiro, é multinacional, não veio aqui para fabricar para carrinho brasileiro. A Dilma veio e não teve mais, murchou.
Então essas empresas vão saindo, não é?
Vão embora, não vendem, porque ninguém compra.
E para elas voltarem é mais difícil?
Nunca mais.
É uma coisa muito complicada para ter uma solução?
A minha visão é que a Dilma não gosta do setor. Mas o presidente da República não tem o direito de não conversar com o setor, pode não gostar, mas conversa, ouve, entende. Eu acho que esse negócio é preconceito. E preconceito é filho da ignorância com radicalismo ideológico, aí não tem conserto. Aliás, tem, porque ignorância não é doença, basta a pessoa querer. É uma coisa meio inacessível.

Com as eleições, no próximo governo, o senhor vê alguma solução para o setor sucroenergético no Brasil?
Bom, se for a Dilma de novo, vai piorar, porque a indústria de base alcooleira perdeu nos últimos cinco anos 50 mil empregos.
FONTE - WWW.SUINOCULTURAINDUSTRIAL.COM.BR

terça-feira, 20 de maio de 2014

POVO CASTILHENSE REVOLTADO COM OS AUMENTOS DE IMPOSTOS

          A LEI 2.388/13 APROVADA PELA CAMARÁ DE VEREADORES DE CASTILHO EM DEZEMBRO DE 2013, ESTA DANDO MUITA DOR DE CABEÇA PARA ALGUNS MUNÍCIPES,
SEGUNDO RECLAMAÇÕES DE VÁRIOS CASTILHENSE,  O CARNE DE IMPOSTO DESSE ANO VEIO COM UM AUMENTO DE APROXIMADAMENTE 120% E O VALOR VENAL DOS IMOVEIS TAMBÉM ESTA SENDO MUITO CRITICADO.
         SEGUNDO  UM ESPECIALISTA DA AREA DE IMOVEIS ( CORRETOR ) UMA PROPRIEDADE NO BAIRRO NOVA YORK, CONSIDERADA FRACA, HOJE PARA DEIXAR TODA DOCUMENTA VAI FICAR APROXIMADAMENTE R$ 5.000,00
         ESSE PROFISSIONAL INFORMOU QUE TEM 550 PROPRIEDADE NESTA SITUAÇÃO, SÓ NO JARDIM NOVA YORK, E MAIS 200 NOS BAIRROS LEÃO I, E LEÃO I I.
         FALAMOS COM ALGUNS VEREADORES SOBRE UMA POSSÍVEIS REVISÃO NESTA LEI, ELES CONCORDA, E AFIRMA QUE OS PREÇOS ESTÃO FORA DA REALIDADE CASTILHENSE.
        UM CERTO VEREADOR INFORMOU QUE FOI EM UMA REUNIÃO NA PREFEITURA, DISCUTIR ESSE ASSUNTO, MAIS INFELIZMENTE SÓ ESTAVA ELE PRESENTE, E FOI ESCLARECIDO POR ALGUNS SERVIDORES RESPONSÁVEL POR ESSE DEPARTAMENTO, QUE O IMPOSTO E O VALOR VENAL DOS IMOVEIS COBRADO EM CASTILHO, ESTA ENTRE OS MAIS BARATO DA REGIÃO.
        AQUELAS PESSOAS QUE RECEBERÃO AS ESCRITURAS DOS LOTES DO JARDIM NOVA YORK NA GESTÃO DO EX. PREFEITO DR. ANTONIO, E NÃO REGISTRARÃO, AGORA TEM QUE SER CALCULADO COM ESSA NOVA TABELA, OU PODE ATE SER CANCELADA E TER QUE SER FEITO OUTRA DOAÇÃO ASSIM FOI OQUE NOS ENTENDEMOS
          MAIS TEMOS CERTEZA QUE O PODER EXECUTIVO E O LEGISLATIVO VAI RESOLVER ESSE PROBLEMA COM MUITA TRANQUILIDADE.
 FOTO ACIMA - PRESIDENTE DO PODER LEGISLATIVO CASTILHENSE, WAGNER DE SOUZA OLIVEIRA
FOTO ACIMA - PREFEITO MUNICIPAL DE CASTILHO SP - JONI MARCOS BUZACHERO.


OPORTUNIDADE DE EMPREGOS EM VARIAS CIDADES DO ESTADO DE SÃO PAULO

Link to Emprega RMCEmprega RMC

ESTAMOS SÓ REPASSANDO ESSAS
 VAGAS DE 20/05/2014
PARA VER  AS VAGAS
 CLICK EM EMPREGA RMC

VAMOS ORAR

Oração ao Poderoso Santo Expedito

Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes interceda por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo, socorra-me nesta hora de aflição e desespero, meu Santo Expedito Vós que sois um Santo guerreiro, Vós que sois o Santo dos aflitos, Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes, proteja-me. Ajuda-me, Dai-me força, coragem e serenidade. Atenda meu pedido (Fazer o pedido). Meu Santo Expedito! Ajuda-me a superar estas horas difíceis, proteja de todos que possam me prejudicar, proteja minha família, atenda ao meu pedido com urgência. Devolva-me a paz e a tranqüilidade. Meu Santo Expedito! Serei grato pelo resto de minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé.
Muito obrigado.
(Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e fazer o sinal da cruz)

Total de visualizações de página