Posto 3M

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segunda-feira, 30 de março de 2015

Boletim Dario de Vagas para região de Campinas SP (30/03/2015)


Emprega RMC

Estamos só repassando essas vagas

domingo, 29 de março de 2015

VAGAS PARA ENGENHEIROS E TÉCNICOS



ESTAMOS SÓ REPASSANDO ESSAS VAGAS- Precisa-se Engenheiro/a civil para Almodôvar (A2)
Precisa-se Engenheiro/a Civil com CAP de Segurança e Higiene no Trabalho.
Geral@caladoeduarte.pt


Procuram-se candidatos para averiguação de acidentes de trabalho
URGENTE: PROCURAM-SE AVERIGUADORES DE ACIDENTES DE TRABALHO COMPETENTES PARA A ZONA VISEU/GUARDA, CASTELO BRANCO/PORTALEGRE, ÉVORA/BEJA, PREFERENCIALMENTE C/ EXPERIÊNCIA E BONS CONHECIMENTOS/FORMAÇÃO EM HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO, DETECÇÃO DE FRAUDES ANÁLISE E DEFINIÇÃO DE RESPONSABILIDADES. 

GARANTE-SE FORMAÇÃO A CANDIDATOS SEM EXPERIÊNCIA. 
PART-TIME OU TEMPO INTEIRO. 
RESPOSTA URGENTE (C.V. C/ FOTO) PARA:
rechumanoscandidaturas@gmail.com


- Engenheiro/a de Segurança (m/f) - Porto Sul
O nosso cliente é um Grupo Industrial de referência, pioneiro no setor em que atua e presentemente líder de mercado em muitos dos produtos que comercializam e que os ligam a clientes em todo o mundo. 

No âmbito da sua estratégia de desenvolvimento procuram admitir um/a Engenheiro/a de Segurança com o seguinte perfil: 
- Licenciatura em Engenharia Mecânica ou Metalúrgica;
- Valoriza-se Formação de Técnico Superior de Segurança no Trabalho;
- Experiência na função e idealmente desenvolvida em Industria Metalomecânica e/ou de Moldes;
- Conhecimentos de inglês. 

Poderá responder ao anúncio através do e-mail
58037@egor.pt

FONTE - EMPREGOS ADMITINDO

sexta-feira, 27 de março de 2015

Oportunidade de empregos para região de Campinas SP ( Boletim Diário 27/03/2015)

Emprega RMC

Estamos só repassando essas Vagas, para acessar vaga click EMPREGA RMC

O poder transformador da classe média rural

Sexta-feira, 27 de Março de 2015, 09:15:15Economia
Dentre as políticas públicas apresentadas neste segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, uma das que têm o maior poder transformador é a meta de dobrar a classe média rural nos próximos quatro anos, anunciada pela ministra Kátia Abreu, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O sucesso do programa representaria ascensão de renda para cerca de 800 mil produtores, ampliaria a produção agropecuária e teria positivo efeito em cascata no agronegócio e segmentos fornecedores.
Segundo a ministra, o Brasil tem mais de cinco milhões de produtores rurais, sendo 70%, ou 3,5 milhões, nas classes D e E. A base do plano é fomentar a capacitação, com o envolvimento de órgãos como a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), universidades e o Sistema S. Trata-se de um bom e ambicioso começo, considerando a situação precária dos serviços de extensão rural.
Até por isso, para viabilizar o plano é necessário adotar medidas apresentadas na campanha eleitoral pelas entidades do setor, inclusive a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), então presidida por Kátia Abreu, que sugeriu: ampliação e diversificação dos investimentos em infraestrutura de transportes, ainda concentrados no modal rodoviário; aumento da capacidade de armazenamento; multiplicação das tecnologias para melhorar a produtividade; melhores estratégias relativas ao mercado internacional; agilidade dos registros de agroquímicos; e modernização das legislações relativas às indústrias processadoras.
A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), em estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), coordenado por Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura, propôs cinco linhas de ação: sustentabilidade da produção, competitividade, produção orientada para os mercados, segurança jurídica e governança institucional.
Quando se fala em pequenos produtores, é necessário pensar em ganhos de escala crescentes, para fazer frente à elevação dos custos e atender à demanda de alimentos, fibras e energia. Para ampliar a produtividade é preciso incorporar tecnologias. Isso exige financiamento com juros viáveis. São necessários, ainda, seguro agrícola e serviços estaduais adequados de extensão rural.
Outra vertente é o estímulo ao cooperativismo. Estudo do Departamento do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) apontou que, dentre os estabelecimentos rurais brasileiros com maior grau de acesso à tecnologia, a maioria tem forte relação com as cooperativas, que integram as distintas etapas do processo produtivo, oferecendo assistência a cada uma delas. Na maioria dos Estados, com destaque na Região Sul, verificamos a sua presença, de modo estruturado, com excelente governança e serviços de alta qualidade. É preciso expandir o modelo.
A terceira base para a ampliação da classe média rural é o relacionamento de pequenas propriedades com indústrias, como ocorre com a carne de frango, um sucesso nesse modelo de integração, que já representa cerca de 90% da produção nacional. Outro destaque é o bom exemplo da ajuda de companhias sucroenergéticas a assentados da reforma agrária no Estado de São Paulo, bem como a parceria de fábricas de chocolate com produtores de cacau na Bahia, com a participação do Ministério da Agricultura.
A ministra da Agricultura conhece todas essas questões, pois é uma pessoa da área rural. Positivo, também, seu referendo à importância do Sistema S, nem sempre analisado de modo proporcionalmente justo à sua enorme contribuição ao País. Por tudo isso, espera-se que Kátia Abreu tenha grande capacidade de articulação política e o apoio da presidente Dilma, de modo a mobilizar recursos para o projeto de ascensão socioeconômica dos pequenos produtores. Seria uma grande revolução no campo!
(João Guilherme Sabino Ometto, engenheiro (Escola de Engenharia de São Carlos – EESC/USP), vice-presidente do Conselho de Administração do Grupo São Martinho, vice-presidente da Fiesp e coordenador do Comitê de Mudanças Climáticas da entidade.)
Fonte - Boletim Avicultura Industrial

quinta-feira, 26 de março de 2015

Projeto “Brincadeiras de Rua” começa neste sábado



                                    FOTO: Marco Apolinário/Arquivo

Praça da Matriz foi o local escolhido para início das atividades que contam com apoio da comunidade evangélica

A partir das 08h da manhã deste sábado (28), crianças de todas as idades têm um encontro marcado com a diversão longe das telinhas de celulares, tablets e computadores. O projeto “Brincadeiras de Rua”, como o próprio nome sugere, promete mobilizar as crianças através da prática de jogos divertidos como ataca-bandeira, amarelinha, bete, esconde-esconde, mamãe da rua, corrida do saco, queima, golzinho, vôlei e muitas outras que décadas atrás eram praticadas pela criançada nas ruas de toda a cidade.

O programa será conduzido em toda a área urbana do município pelo Coordenador de Projetos Especiais do setor de Esportes e Lazer da Prefeitura de Castilho, ‘Silvinho Black’ Pereira. Para conduzir os pequenos nas diferentes atividades, ele conta com a parceria dos grupos jovens das igrejas evangélicas Água Viva e Nazareno, que já possuem experiência neste tipo de programação voltada ao lazer saudável dos jovens membros de suas comunidades religiosas.

A escolha da Praça como ponto de partida do projeto, explicou Silvinho ao anunciar a nova programação, deve-se a diferentes fatores: por ser mais arborizado, amplo e estar em um ponto que é praticamente o centro de todos os bairros, facilitando o acesso de todos. As brincadeiras acontecerão sempre aos sábados, começando por agora, sempre das 08 às 12h. No próximo dia 04, devido ao feriado da sexta-feira da Paixão, o projeto não será realizado, mas ficam mantidas as atividades na Praça da Matriz nos dias 11 e 18 de abril.

Após este ciclo inicial, Silvinho e os líderes das Igrejas que apoiam o projeto devem anunciar o cronograma de atividades nos demais bairros da cidade. O objetivo final é alcançar a garotada nos quatro cantos da área urbana, atingindo o maior número de crianças possível. As atividades são voltadas a crianças de todas as idades e religiões, o que inclui também os pais, avós e tios das crianças.

[Assessoria de Comunicação do Executivo]



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