Posto 3M

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terça-feira, 31 de maio de 2016

Fábrica de motos de grupo chinês vai gerar 450 vagas em Una


A China Yasuna Group inicia no próximo mês de julho as obras da montadora Yasuna Motors do Brasil –  a primeira fábrica de motos da empresa chinesa em território brasileiro. Com investimentos da ordem de R$ 62 milhões, o empreendimento será instalado no município de Una, no sul baiano, e deve gerar, inicialmente, cerca de 300  empregos diretos e outros  150 indiretos.
“Mesmo com a instabilidade econômica pela qual está passando o país, a Bahia continua garantindo a atração de investimentos, que resultam em emprego e renda para os baianos”, destacou o governador Rui Costa após reunião, na tarde desta segunda-feira, 30, com representantes da China Yasuna Group.
A nova fábrica na Bahia é resultado da missão do governo do estado na China, em março deste ano, quando Rui e comitiva buscaram atrair investimento estrangeiro para o desenvolvimento econômico do estado.
A previsão de término das obras é de 12 meses. Assim que o empreendimento estiver funcionando, cem concessionárias devem ser instaladas em diversos municípios do estado, ampliando a capacidade de geração de emprego e renda. Outro compromisso firmado pela empresa é o de garantir capacitação profissional.
Benefício
“O benefício será imediato. Será uma fábrica de montagem de motos muito moderna, inicialmente, de 50 a 125 cilindradas para atender bem a população. A montadora vai aumentar a capacidade do estado de empregar pessoas e capacitá-las”, diz  o secretário da Casa Civil, Bruno Dauster.
A escolha do município de Una para implantação da fábrica deu-se pela amplitude e  potencial dos projetos de construção da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) e do Porto Sul, que será implantado na região.
Segundo o presidente da Yasuna Motors do Brasil, Saulo Farias, facilitará a logística de recebimento e distribuição de motocicletas. “Essas obras vão ser importantíssimas para as empresas. As estruturas vão melhorar a chegada e a saída dos produtos, impactando na redução dos custos”, explica o gestor.
A China Yasuna Group é uma empresa que trabalha há mais de 30 anos no ramo de fabricação e exportação de peças automotivas para motocicletas e ciclomotores, sendo detentora de 20% do mercado chinês.
Fonte - www.opetroleo.com.br - (30/05/2016) Estamos só repassando

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Castilho ultrapassa meta de vacinação contra Gripe Suína



Vacinação continuará sendo ofertada às pessoas dos grupos prioritários que ainda não procuraram pelo Centro de Saúde

Castilho superou em 16% a expectativa de cobertura vacinal contra a gripe Influenza (H1N1) para este ano de 2016. Como a vacinação continua sendo realizada normalmente durante todo o dia no Centro Integrado de Saúde (até as 17h desta terça-feira, dia 31 de maio), e ainda não foram computadas as vacinas aplicadas das 13 às 17h do dia 24, e de todo o período de expediente dos dias 25, 30 e 31, ainda existe a possibilidade do Município imunizar todas as 4.268 pessoas que integram o grupo prioritário da campanha.

Neste grupo estão as crianças entre 06 meses a menores de 05 anos de idade; trabalhadores da Saúde, gestantes e puérperas (mulheres que deram à luz nos últimos dias), indígenas e idosos com 60 anos ou mais. Entre os dias 30 de abril e 24 de maio, foram imunizados 4.101 pessoas deste grupo, totalizando 96,09% da clientela total esperada.

No mesmo período, também foram vacinados 1.663 pessoas com comorbidades (paciente com duas ou mais patologias, como hipertensão e diabetes, por exemplo; problemas hepáticos, renais, cardíacos, respiratórios, neurológicos, síndrome de down, ou imunossupressores, obesidade) e outros que somam mais 269 pessoas.

Antes de finalizar de fato a campanha, Castilho ainda encaminhará outras duas prévias da vacinação no município nos dias 1º e 08 de junho. Mas os resultados atingidos neste ano são motivo de comemoração: 6.033 pessoas imunizadas na soma geral realizada até as 13h do dia 24 de maio. Na campanha do ano passado, mais de 4 mil pessoas foram vacinadas, atingindo a meta de cobertura (80%) estipulada pelo Ministério da Saúde.

Portanto, se você faz parte do público alvo da Campanha, dirija-se à Sala de Vacinas do Centro Integrado de Saúde até as 17h desta terça-feira, 31, para prevenir-se contra esta doença que já ceifou vidas em nosso Estado.
[Assessoria de Comunicação do Executivo]


LEGENDA: Suely Sotini – Diretora Municipal de Saúde, exibe mapa de cobertura que acusa vacinação de 96,09% do principal grupo prioritário antes das 13h do dia 24 de maio

Justiça manda Castilho suspender serviço Home Care para não prejudicar atendimento coletivo

Para montar uma equipe própria para este tipo de atendimento, Castilho teria que enfrentar a falta da equipe de apoio de ambulatórios de especialidades e centros de reabilitação, além de veículo próprio, local, telefone e equipamentos específicos


                          FOTO: Ésio Mendes/Governo de Roraima/Ilustração

Por decisão judicial relatada pelo dr. Douglas Borges da Silva no último dia 22 de maio, está suspensa a obrigatoriedade do Município de Castilho ofertar atendimento tipo Home Care a um munícipe que pleiteou o Atendimento Fora do Domicílio (AFD).

“A decisão vem ao encontro de expectativas do próprio Departamento de Saúde que se viu na obrigatoriedade de estar ofertando este tipo de serviço antes mesmo de poder recorrer da decisão judicial que ficou prejudicada a partir de esclarecimentos de nossas ações e solicitação da suspensão da mesma pelo Procurador Jurídico de nosso Município”, afirma Nota Oficial encaminhada nesta segunda-feira (30) pelo Departamento de Saúde de Castilho.

O principal argumento legal utilizado para conceder o efeito suspensivo requerido por Castilho foi baseado - segundo consta na decisão: “ao princípio da igualdade e que esta decisão extrapolava a razoabilidade uma vez que para o serviço até então obrigado a ser realizado, estaríamos empregando uma verba que é destinada ao atendimento coletivo e que essa ação acabaria ‘gerando um risco de dano grave ao atendimento da população local’, dentro do contexto de deficiência orçamentária e do próprio quadro funcional”.

“Dentro do princípio do SUS, denominamos isso de equidade, uma vez que temos que pensar no direito coletivo acima dos individuais”, explica a Nota Oficial. É lógico que para um Município que aplica de seus recursos próprios uma porcentagem acima do determinado em lei (aplica 28,02%  em contraponto aos 15% preconizados) esta decisão foi esperada pela gestão da Saúde castilhense.

O atendimento fora do domicilio (AFD) tem parâmetros dentro do próprio SUS (Portaria 825, de 25 de abril de 2016). Ao estudar os indicativos de atividades previstas nesta Portaria, não se encontra o HOME CARE estabelecido mas sim ,uma parceria com familiares e ou cuidadores para que o setor da saúde dê o suporte para melhorar as ações de cuidado. Neste sentido, a Procuradoria Jurídica de Castilho deixou claro que o Município possui, há tempos, a cobertura de todos os domicílios com programas dos Agentes Comunitários de Saúde (EACS e ESF), além do transporte de pacientes realizado dia e noite pela Central de Ambulâncias.

A Portaria do SUS recomenda a montagem de uma equipe própria para oferecer este tipo de atendimento nos municípios com pelo menos 20 mil habitantes. Se Castilho decidisse implementar esta equipe (o que acabaria facilitando as ações), teria que enfrentar outras dificuldades sérias como a falta da equipe de apoio de ambulatórios de especialidades e centros de reabilitação, além de veículo próprio, local, telefone e equipamentos específicos, conforme estabelece como requisitos a própria Portaria.

Sem conhecer esta realidade do Município, alguns vereadores começam a apresentar propostas neste sentido, gerando uma expectativa na população que não pode ser suportada pelos cofres públicos sem comprometer outros serviços. A Nota Oficial divulgada nesta segunda-feira é uma tentativa do setor de Saúde do Município de esclarecer ao Legislativo e à população em geral sobre a realidade envolvida na legalidade do atendimento domiciliar tipo HOME CARE.
[Assessoria de Comunicação do Executivo]

LEGENDA:


FOTO: Ésio Mendes/Governo de Roraima/Ilustração

A refundação da Petrobras


A falta de disciplina de capital da Petrobras fez com que em período de apenas 5 anos findos em dezembro de 2015, sua dívida líquida aumentasse em R$ 331 bilhões e seu saldo de leasing operacional em R$ 307,2 bilhões. Os expressivos investimentos realizados não geraram os resultados esperados.
A produção de petróleo no Brasil cresceu apenas 6,2% neste período e a meta de produção para 2020 é de apenas 2,7 milhões de b/d (barris por dia), já tendo sido de 4,2 mm b/d no Plano de Negócios de 2011-2014. A média de produção de petróleo no 1º trimestre de 2016 foi igual à média anual em 2012. Na área de abastecimento, os investimentos no Comperj e nas novas refinarias foram desastrosos, tendo sido amplamente divulgados na mídia.
A Petrobras, por ser uma sociedade de economia mista, além de ter objetivo comum às sociedades privadas, é instrumento de atuação do Estado, devendo também perseguir objetivos de interesse público. O porte e histórico de sucesso da Petrobras a tornou equivocadamente um verdadeiro Estado dentro do Estado brasileiro. Arcou com desde subsídio dos preços de derivados até o papel de grande indutor de crescimento do PIB industrial brasileiro. Quando o setor elétrico começou a dar sinais de problemas, foi escalada para acudi-lo.
Imposição de ser operadora única e deter no mínimo 30% dos blocos significa um pesado ônus
A Lei de Petróleo, aprovada há 18 anos, refletiu o entendimento que a desregulamentação de preços era fundamental para atrair investimentos para o segmento de refino e estabeleceu um período de transição, com término previsto para dezembro de 2001. A Lei de Petróleo também determinou acerto de contas entre a União e a Petrobras relativo à conta petróleo, derivados e etanol até o fim do período de transição.
Destacamos importantes pontos contrários à ingerência política na Petrobras: 1- objetivos de interesse público não se confundem com interesses político partidários; 2- o Artigo 116 da Lei das S.A. diz que “o acionista controlador deve usar o poder com o fim de fazer a companhia realizar o seu objeto e cumprir sua função social, e tem deveres e responsabilidades para com os demais acionistas da empresa, os que nela trabalham e para com a comunidade em que atua, cujos direitos e interesses deve lealmente respeitar e atender”; e 3- a Lei de Petróleo é clara no sentido de que política de preços do governo (no caso de haver) deve ser arcada pelo governo e não pela Petrobras e outros participantes da indústria.
A imensa destruição de valor da Petrobras foi causada por diversos fatores: 1- perda de foco de atuação; 2- falta de disciplina de capital; 3- expressivas falhas em sua governança corporativa; e 4- imenso escândalo de corrupção revelado pela operação Lava-Jato.
É curioso observar que em junho de 2012, durante a apresentação do Plano de Negócios e Gestão 2012-2016 (PGN), sua diretoria, ao falar da refinaria Abreu Lima, disse que era uma experiência a ser aprendida para nunca ser repetida, pois a construção estava com atraso de 3 anos e seu orçamento tinha aumentado de US$ 2,3 bilhões para US$ 20,1 bilhões.
FONTE _ www.opetroleo.com.br - (30/05/2016) - Estamos só repassando

Liberar capital estrangeiro em florestas plantadas pode atrair mais de US$19 bi, prevê Ibá


O setor de papel e celulose tem entre suas prioridades junto ao governo do presidente interino Michel Temer pedido para que seja liberado o investimento estrangeiro em florestas plantadas no país, o que poderia desbloquear mais de 19 bilhões de dólares em negócios no setor que ficaram travados nos últimos cinco anos.
De acordo com a presidente da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), Elizabeth de Carvalhaes, empresas de fora do Brasil que poderiam ampliar sua capacidade produtiva no país não o têm feito devido à limitação sobre as terras.
“Na minha última revisita ao setor, já temos mais de 19 bilhões de dólares represados”, afirmou Elizabeth à Reuters.
A Ibá tem 15 multinacionais entre suas associadas.
Há cinco anos, um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) restringiu o uso de recursos externos para compra de terras agrícolas no Brasil, tanto por estrangeiros quanto por empresas nacionais controladas por capital internacional, o que vem travando os investimentos.
Segundo Elizabeth, o investimento potencial poderia ser liberado com a revisão desse parecer e a recuperação da economia.
“Esse setor (de papel e celulose) como um todo tem lançado uma fábrica nova a cada dois anos… Se aqui tem quinze multinacionais, por que elas estão deixando o mercado para os outros (nacionais)?”, indagou Elizabeth, citando grupos com atuação no Brasil como International Paper e investidores como os Timber Investment Management Organizations e a gestora de ativos Brookfield, que tem 290 mil hectares em florestas sob gestão no Brasil.
Neste ano, a produtora brasileira de papéis Klabin iniciou as operações de nova fábrica de celulose no Paraná, enquanto Fibria e Eldorado Brasil, também de capital nacional, anunciaram investimentos para ampliar fábricas em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, com inauguração prevista para 2017 e 2018, respectivamente.
Os três projetos, somados, adicionarão ao mercado capacidade de produção acima de 5 milhões de toneladas anuais de celulose.
Elizabeth citou o capital japonês como exemplo de possível investimento no Brasil que estaria travado pela restrição a investimento estrangeiro. “Os japoneses estão sentados esperando liberar para ampliar a capacidade (de produção de celulose), mas não podem se não podem ter matéria-prima”, afirmou ela, referindo-se à Celulose Nipo-Brasileira (Cenibra).
A Cenibra tem fábrica em Minas Gerais com capacidade para 1,2 milhão de toneladas de celulose por ano, estável desde 2008.
A presidente da Ibá comentou ainda que o setor de papel e celulose está consciente de sua cota de sacrifício em meio à crise econômica. Por isso, não insistirá com o governo por benefícios tributários como a desoneração sobre a folha de pagamento, mas disse que é necessário resolver a questão da política de terras e da segurança jurídica, o que envolve também a questão de demarcações.
“Queremos mais clareza na segurança jurídica, que os contratos brasileiros sejam cumpridos. Queremos sentar com o governo e definitivamente rever e liberar investimento de capital misto no Brasil”, afirmou.
Primeiro Embarque de Celulose – Klabin – 2016 – Fotos: André Kasczeszen
Comércio exterior
Outro foco da Ibá está nos acordos de comércio internacional.
Para o segmento de papel, que tem 61 por cento das exportações direcionadas para a América Latina, Elizabeth acredita ser importante firmar novos acordos.
“O Brasil tem o Mercosul, mas são relações que nunca chegaram em um ponto mínimo de estabilidade… Você pode eventualmente ter exportação barrada por questões econômicas do parceiro”, afirmou, citando que o acordo com a Argentina muitas vezes não é respeitado.
Os últimos dados divulgados pelo Ibá, que mostram avanço de 17,8 por cento nas exportações de papel em março contra um ano antes, refletem um movimento pontual de emergência por conta da situação ruim do mercado doméstico, onde as vendas retraíram 3,9 por cento naquele mês, segundo Elizabeth. No caso dos painéis de madeira, houve alta de 42 por cento das exportações, com queda de 16,7 por cento nas vendas domésticas.
“Estamos falando de acordos internacionais de médio prazo que movem o comércio. Toda a indústria que exportou mais não é uma exportação tradicional, sob acordos econômicos”.
Elizabeth disse ver com bons olhos declarações recentes do ministro das Relações Exteriores, José Serra, segundo as quais dará novo viés ao ministério. Serra disse que tentará levar adiante acordos comerciais bilaterais e que pretende ver corrigidos problemas no Mercosul que atrapalham o avanço de seus membros.
“É o ônus hoje, vender menos papel porque o papel tem imposto de importação pela falta de um acordo entre parceiros comerciais”, disse a presidente da Ibá.
Fonte - www.opetroleo.com.br - (30/05/2016) Estamos só repassando

Siderúrgica de 2 bilhões de dólares promete ‘bombar’ com milhares de empregos no Brasil


O Governo do Estado do Pará e as empresas Vale e Cevital Groupe, esta última da Argélia, assinaram no início de maio, no Palácio do Governo, um protocolo de intenções que representa um novo passo no processo de implantação de uma siderúrgica em Marabá, no sudeste paraense. O documento foi assinado pelo governador do Estado, Simão Jatene, pelos presidentes das companhias, Murilo Ferreira, da Vale, e Issad Rebrab, da Cevital, e outras autoridades, como o senador Flexa Ribeiro e os deputados federais Beto Salame e Julia Marinho, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), Márcio Miranda, secretários de Estado, deputados estaduais, prefeitos e representantes de entidades empresariais.
Resize (2)O protocolo trata dos parâmetros que embasam o projeto de implementação de uma siderúrgica em Marabá, que vinha sendo estudado pela Vale e agora passará a ser conduzido pela gigante argelina. A empresa já havia investido cerca de US$ 300 milhões, incluindo gastos no desenvolvimento de engenharia, com vistas a construção da siderúrgica em Marabá. Entre os termos do acordo, a Vale coloca a disposição da Cevital, além de cooperação técnica, todos os estudos e projetos já elaborados, a transferência do terreno de sua propriedade que seria destinado a construção da Alpa, suprimento em bases comerciais de minério de ferro e serviços logísticos para o empreendimento, além das licenças ambientais do referido projeto. “A Vale irá ceder tudo isso sem ônus ao empreendedor. A mineradora está muito satisfeita em manter esse entendimento mútuo com o Governo do Estado e quer continuar a dar a sua contribuição para que esse grande empreendimento importante para a região se torne perene e reduza as disparidades sociais”, apontou o presidente da Vale, Murilo Ferreira.
Segundo a Cevital Groupe, a expectativa da empresa é que as obras para a instalação da nova siderúrgica comecem ainda este ano e entre em operação em 2019. A previsão é que os investimentos na siderúrgica somem o montante de 2 bilhões de dólares. Esse valor total também deve ser captado com outros investidores. Quando estiver em funcionamento, a siderúrgica de Marabá deve gerar 2,5 mil empregos diretos, além de seis a oito mil empregos indiretos. “Acreditamos que isso vai proporcionar uma reforma muito grande dentro do setor, em Marabá, através da geração desses empregos. O panorama social da cidade deve ser sensivelmente modificado com esses investimentos”, avaliou Paulo Hegg, representante da Cevital no Brasil, para quem o Pará é a porta de entrada do grupo no país.
Siderúrgica vai fabricar trilhos para ferrovias e aço em pó
A siderúrgica de Marabá terá capacidade para gerar 2,7 milhões de toneladas de aço com a produção de bobinas de aço, ferro gusa, “biletts”, “blooms”, entre outros. Issad Rebrad, presidente da Cevital Groupe, anunciou também que um dos produtos da siderúrgica de Marabá será a fabricação de trilhos para a estrada de ferro. A empresa é líder na Europa na produção de trilhos, com uma fábrica sediada na Itália e agora pretende ser a primeira a produzir trilhos na América Latina. “Marabá será conhecida, brevemente, como a principal fornecedora de trilhos para estrada de ferro de toda a América Latina”, garantiu Rebrad ao informar que a empresa também vai trazer para o Pará a tecnologia de aço em pó, que poucas empresas no mundo detêm.
A Cevital também vai disponibilizar aço com preços competitivos para empresas implantadas no polo metal mecânico que deve ser desenvolvido em Marabá, um sonho antigo da população. O prefeito de Marabá, João Salame, considerou o momento muito importante para o desenvolvimento do estado. “A verticalização das nossas riquezas é uma luta antiga da nossa sociedade, e que por vezes foi tratada de maneira inconsequente, idealista, sem nenhuma base com a realidade, e eu acho que agora nós estamos 
encontrando um caminho mais seguro. Parabenizo o governo do Estado do Pará pelo esforço que tem feito. Acho que o momento é de superar qualquer divergência e unir esforços”, reiterou Salame.
O governador Simão Jatene reiterou a responsabilidade de todos os envolvidos em reportar para a sociedade todos os passos que estão sendo dados na direção da atração de empresas para o Pará, como é o caso da instalação da siderúrgica em Marabá. “O que nós não queremos é reproduzir o que se fez no passado, onde criou-se uma dramática expectativa de negócios que foi frustrada, machucando muitas pessoas. O que nos queremos é que esse projeto nasça entranhado não apenas nos desejos dos seus atores, mas no seio da sociedade”, ponderou Jatene, que pediu para que a população acompanhe cada um dos movimentos, entendendo as dificuldades de cada passo dessa implantação. “Isso certamente tornará o ambiente mais amistoso, cooperativo e lucrativo. É isso que nós estamos querendo. Que cada um saiba os passos que serão dados, especialmente neste momento de crise. O principal é que esse movimento não é fruto de mera vontade política, que sempre existiu, mas principalmente resultado de um esforço para tornar o projeto economicamente viável e atrativo aos investidores. O Estado deve criar condições para isso e foi o que buscamos fazer”, disse Jatene, que em maio de 2015 esteve na Argélia conhecendo a estrutura da Cevital, uma das maiores empresas do continente africano, com atuação em diversos ramos e segmentos.
Verticalização da produção – A atração de empresas interessadas em verticalização de matéria prima para o Pará faz parte da estratégica do Estado em verticalizar a sua produção. A agregação de valor é a maneira mais eficaz de desenvolver uma economia e, consequentemente, proporcionar um crescimento mais uniforme, pois gera mais receita, renda e emprego. Além disso, com produtos mais elaborados, é possível atingir também mercados mais exigentes.
Para o titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachki, que integrou a comitiva que esteve na Argélia, resultando no interesse da Cevital em investir no Pará, e conduziu as negociações entre a empresa e a Vale, esse projeto traduz os esforços que o governo vem empenhando em busca de diversificação e desenvolvimento da economia paraense. “O grupo argelino vem realmente ao anseio do Estado, que é de agregar valor a seus produtos e vários investimentos de acordo com as potencialidades de cada município. Com isso, vem a geração de milhares de empregos, e esse é o grande desafio em um momento em que o país já perdeu milhares de postos de trabalho. Sabemos que ainda existem muitos desafios pela frente, mas a ideia desse termo de acordo é justamente unir esforços para superá-los”, explicou o secretário.
O protocolo também prevê um contrato de fornecimento de minério de ferro pela Vale com preços mais competitivos para a siderúrgica, viabilizando economicamente a fábrica, com redução do custo de produção. A Vale irá ainda construir um ramal ligando a área da siderúrgica à Estrada de Ferro Carajás, reduzindo custos de infraestrutura para a siderúrgica. A Cevital também se comprometeu em fornecer aço mais barato para venda interna em Marabá. A iniciativa vai atrair mais investimentos para a verticalização da produção local. Já o Governo do Estado, além de intermediar a implementação da siderúrgica no sudeste paraense, firmou compromisso de garantir os incentivos fiscais para a atividade, conforme já previa lei aprovada na Alepa, e sancionada pelo poder Executivo Estadual, confirmando com a proposta a estratégia do governo estadual em criar mecanismos e priorizar as empresas que busquem verticalizar a produção em território paraense.
Também participaram do evento os prefeitos de Parauapebas e de Palestina do Pará, Valmir Mariano e Valciney Gomes, respectivamente, e os deputados estaduais Haroldo Martins, Ana Cunha, Thiago Araújo, João Chamon, Tião Miranda, Renato Ogawa, Luis Seffer e Milton Campos.
Fonte - www.opetroleo.com.br - (30/05/2016) Estamos só repassando

Brasil Kirin abre vaga para Soldador



A empresa Brasil Kirin está com uma oportunidade de trabalho na cidade de Alagoinhas, na Bahia, para a função de soldador. 
O profissional será responsável por elaborar os serviços de solda, através da realização das operações e em conformidade com as tecnologias aplicadas para cada tipo de material ou necessidade específica (oxiacetileno, solda elétrica, solda TIG, solda MIG) além de outras tarefas pertinentes ao cargo. 
Para concorrer a vaga é preciso conhecer e aplicar as operações básicas para o processo, entender de unidades de medida e seus principais instrumentos de utilização: paquímetros, réguas, micrômetros e transferidores de grau, ter ensino médio completo e disponibilidade de horário. 
Os interessados nesta vaga deve enviar currículo por meio do portal da empresa no endereço www.brasilkirin.com.br
Para saber de outras vagas no setor acesse o link VAGAS NA INDÚSTRIA. Solicite sua participação no grupoTRABALHO PESADO e fique por dentro das vagas exclusivas.
Fonte - www.opetroleo.com.br - (30/05/2016) Estamos só repassando

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