Posto 3M

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quinta-feira, 21 de julho de 2016

VENHA FAZER PARTE DOS AMIGOS BAR ROLA TRISTE EM CASTILHO SP

Veja algumas fotos da inauguração do BAR AMIGOS  ROLA TRISTE. dia 08/07/2016 numa sexta feira.
Todos os sábados tem Churrasco ou Porco no Tacho. Venha conferir - Aqui a paixão é bruta

















TERRENO DE ESQUINA A VENDA NA RUA BENTO DA CRUZ

VENDE SE
01 - Terreno de 10 X 20 mts Esquina - Todo Murado
Local - Rua Bento da Cruz com Carlos Bevilaquia, centro, Castilho SP
Preço Especial para fechamento de negocio
Interessados ligar para o telefone 18 - 37412726 ou deixar recado no comentário do anuncio
Negocio direto com Proprietário
CRECI 78454 F

Terreno a venda na rua Bento da Cruz

VENDE SE
01 - Terreno de 10 X 20 mts, com uma casa simples de 02 quartos, sala, cozinha e banheiro.
Local - Rua Bento da Cruz, Centro, Castilho SP. Fica a 100 metros da Rua Belarmino José França e 120 metros da Avenida José Luciano Pereira, local residencial.
Preço R$ 80.000,00 a vista
Interessados ligar para o telefone 18 - 37412726 ou deixar recado no comentário do anuncio.
Negocio direto com Proprietário
CRECI - 78454 F

Usina em Dourado MS contrata Líder Fábrica de Açúcar


A Usina São Fernando Açúcar e Álcool, possui a capacidade instalada de 4.5 milhões de tonelada de cana-de-açúcar, além de produzir aproximadamente 330 mil toneladas de açúcar e 150 mil m³ de etanol anidro, também atual no mercado de energia, gerando potência de 122,2 MW, com uma área de plantio 60.000 ha.
A usina está contratando Líder de Fábrica e Açúcar, para concorrer a vaga é necessário residir em Dourado, Mato Grosso do Sul.
O candidato deverá ser Técnico em Açúcar e Etanol, além de possuir experiência na função.
A empresa não divulgou mais detalhes, apenas informará aos interessados na vaga.
Os currículos serão recebidos até dia 17 de agosto.
Para participar do processo seletivo, envie agora mesmo seu currículo atualizado para recrutamento@usinasaofernando.com.br, lembrando de mencionar o nome da vaga no assunto.
Fonte - www.opetroleo.com.br - (20/07/2016) - Estamos só repassando esse anuncio

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Preço do etanol cai em 16 Estados e sobe em 9 e no DF na semana


Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros caíram em 16 Estados e subiram em outros nove e no Distrito Federal nesta semana. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que não informou a referência para o Amapá. No período de um mês, os preços caíram em 18 Estados e subiram em outros sete e no Distrito Federal – também desconsiderando-se o Amapá.
Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação caiu 1,34% na semana, para R$ 2,217 o litro. No período de um mês, acumula desvalorização de 1,99%. Na semana, a maior alta ocorreu na Bahia (4,60%) e o maior recuo no Amazonas (1,86%). No mês, o etanol também subiu mais na Bahia (2,98%) e recuou mais no Amazonas (4,08%).
No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,79 o litro, em São Paulo, e o máximo foi de R$ 3,999 o litro, no Rio Grande do Sul. Na média, o menor preço foi de R$ 2,217 o litro, em São Paulo. O maior foi registrado em Roraima, a R$ 3,67 por litro.
Etanol x gasolina
De acordo com os dados da ANP, compilados pelo AE-Taxas, o etanol passou a ser competitivo ante a gasolina no Paraná nesta semana. O Estado se soma a Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo, onde o biocombustível já era mais vantajoso. No restante do País, o derivado de petróleo continua mais vantajoso.
Segundo o levantamento, o preço do etanol em Goiás equivale a 69,70% do da gasolina. Em Mato Grosso, a relação está em 66,97%; em Minas Gerais, em 68,94%; no Paraná, em 69,93%; e em São Paulo, 64,60%. O biocombustível tem a menor vantagem em Roraima, onde o preço equivale a 94,56% do valor da gasolina na bomba – a relação é favorável ao etanol quando está abaixo de 70%.
Em São Paulo, a gasolina tem cotação média de R$ 3,432 o litro, enquanto o etanol hidratado, de R$ 2,217 o litro.
Fonte - Biomassa - Informativo Suinoculturaindustrial
Istoé

domingo, 17 de julho de 2016

40% da podução total de petróleo e gás no Brasil esta no Campo de Lula


A Petrobras informou em comunicado que iniciou a produção de petróleo e gás natural em Lula Central no dia 8 de julho (sexta-feira), o décimo grande sistema definitivo de produção a operar na camada do pré-sal.
O sistema está localizado na Bacia de Santos, no Campo de Lula, na costa do Rio de Janeiro e interligado ao navio-plataforma Cidade de Saquarema, que tem capacidade para produzir até 150 mil barris de petróleo por dia e comprimir 6 milhões de m³ de gás. A unidade está ancorada em uma área com 2.120 metros de profundidade.
O projeto Lula Central inclui 18 poços: nove produtores e nove injetores. Este é o segundo sistema a iniciar operação no pré-sal da Bacia de Santos, que já responde por 40% da produção total da Petrobras no Brasil.
A entrada de novos sistemas e a manutenção do desempenho dos sistemas que já operam a plena capacidade, aliados ao crescimento da produção dos sistemas mais recentes vêm contribuindo para os excelentes resultados alcançados no pré-sal — disse a Petrobras em nota.
De acordo com a estatal, o bom desempenho se deve principalmente à produtividade dos poços interligados da Bacia de Santos. Na região, a produção por poço está em torno de 25 mil barris por dia, —muito acima da média da indústria—. —Dos dez poços com maior produção no Brasil, nove estão localizados nessa área. O mais produtivo está localizado no campo de Lula, com uma vazão média diária de 36 mil barris de petróleo—.
A Petrobras explica que a alta produtividade gera uma importante redução do custo de extração. No primeiro trimestre, o custo por barril atingiu um valor inferior a US$ 8. —Um resultado bastante significativo, se comparado com a média da indústria—.
Além disso, a alta produtividade dos reservatórios tem exigido menor número de poços por sistema de produção que, aliada à melhoria da eficácia na construção dos poços, tem permitido uma forte redução nos investimentos dos projetos em implantação, aumentando a rentabilidade deles.
O tempo médio para a construção de um poço no pré-sal da Bacia de Santos caiu de 310 dias, em 2010, para 89 dias nos cinco primeiros meses de 2016, uma redução de 71%.
A Bacia de Santos é provavelmente o mais importante polo produtor da companhia, já respondendo por mais de 70% da produção no pré-sal. Apenas o campo de Lula, o primeiro a produzir pré-sal na bacia, cinco grandes sistemas estão em operação.

Fonte - www.opetroleo.com.br - (17/07/2016) - Estamos só repassando essa matéria

Empresa Industrial quer aumentar participação na indústria naval


A empresa vai investir no mercado offshore fazendo frente à concorrentes da China, Índia e Coreia do Sul. Em 2016, a Veber Industrial, empresa especializada em usinagem, soldas de equipamentos e reparos navais, aposta no mercado offshore para continuar sua expansão.
Atualmente, 70% do faturamento da companhia é proveniente da indústria naval, mas, de acordo com o diretor comercial da empresa, Silvano da Silva, a Veber ainda tem muito a crescer no mercado marítimo em geral. A empresa está lançando uma linha que envolve portas estanque, portas semi-estanque, escotilhas e portas de visita. Esses produtos hoje, na sua grande maioria, são importados de países como China, Índia e Coreia do Sul.
A proposta da companhia é se apresentar uma opção nacional de qualidade e que atenda as exigências das principais entidades classificatórias da indústria. “A Veber ainda é uma empresa muito modesta neste segmento, nossa estratégia é buscar o aperfeiçoamento na produção de acessórios classificados para embarcações offshore para nos tornar competitivos frente aos fabricantes internacionais que hoje participam do mercado nacional”, afirma. O executivo reforça ainda que uma das etapas mais importantes para alcançar esse objetivo é investir em parcerias. “Antigamente os grandes estaleiros fabricavam praticamente tudo em uma embarcação, hoje eles concentram seus esforços em edificações de estruturas maiores e buscam parcerias comerciais que atendam as outras partes desse processo.
Outro ponto positivo é que ao estabelecer parceiros, o nível das pequenas e médias indústrias e prestadores de serviços é elevado, fazendo com que a renda deste mercado seja distribuída”, avalia. Para ter mais visibilidade entre os compradores e fazer frente às grandes do setor offshore, na maioria empresa estrangeiras, a estratégia da Veber, segundo Silva, é estar, por exemplo, nos grandes encontros de executivos deste mercado. “Esse ano estaremos na Marintec South America, será nossa primeira participação em uma feira de grande porte. Queremos que os profissionais conheçam melhor a nossa empresa”, diz. Desafios – Sem perder o otimismo, o diretor da Veber entende que, antes de mais nada, é preciso superar os desafios que a indústria naval está vivendo, como a crise da Petrobras.
De acordo com dados divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL), a crise da estatal ocasionou problemas como a queda do preço do petróleo e demissões em massa. Até fevereiro desse ano, quase 45 mil trabalhadores perderam seus empregos, uma redução de 54%. “Acredito que o principal desafio desse segmento é a participação do setor no comércio internacional frente aos problemas econômicos e institucionais que vivemos atualmente aqui no Brasil.
Como a Petrobras é o maior consumidor desse segmento, todo o mercado naval fica à mercê desse cliente e acaba acontecendo o que vimos nos últimos meses, com o cancelamento de vários pedidos por conta das descobertas de corrupção e prejuízos financeiros da estatal”, aponta. Por conta disso, Silva pontua que o Brasil acaba não sendo muito competitivo em comparação com a concorrência de outros países. “Isso, na minha opinião, se deve ao ‘Custo Brasil’ e ao excessivamente caro acesso à tecnologias produtivas mais eficientes. Nossa produção continua muito manual, apesar de termos tido melhorias nos últimos dez anos”, declara.
Fonte - www.opetroleo.com.br - (17/07/2016) - Estamos só repassando essa matéria

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